quarta-feira, 21 de maio de 2014

Frustração em Macaé: Fla joga mal e cede empate amargo no fim

Paulinho Flamengo Bahia Brasileirao 05212014

Buscando a reabilitação o Flamengo enfrentou o Bahia, nessa quarta, 19:30h, em Macaé.
Ney Franco modificou a equipe para esse confronto. Algumas mudanças surtiram efeito positivo, outras não.
O time baiano veio para Macaé com 9 desfalques. Mas o que parecia ser vitória certa tornou-se em frustração ao fim dos 90 minutos.

Primeiro tempo: Jogo morno com poucas alternativas.

O primeiro tempo foi equilibrado com um leve domínio da equipe da "boa terra". O Bahia, com diversos desfalques, tentou jogadas, trocou bons passes mas criou poucas situações de gol. Dominou a posse de bola e as ações no meio campo.

Já o rubro negro não conseguiu se impor. Elano atuando como armador não teve sucesso. Foi apático e muitas vezes burocrático. A única alternativa às jogadas de ataque foi pelas laterais. E foi em uma jogada de persistência que Evérton - melhor jogador do time no primeiro tempo - cruzou na área e Paulinho completou, de cabeça, para o fundo das redes. Mas o setor de criação ainda se mostrou com debilidades e sem inspiração. Cáceres - que iniciou a partida no lugar de Luiz Antônio - deu mais proteção à zaga e protegeu bem a retaguarda rubro negra. Enquanto esteve em campo deu poucas chances às investidas de Anderson Talisca.

 Paulinho comemora o gol. (Foto: Paulo Sérgio/ LANCE!PRESS)

Segundo tempo: Bahia superior

O Segundo tempo foi mais agitado. O Flamengo seguia sem criatividade no meio e confuso no posicionamento ofensivo. A falta de objetividade do time irritou a torcida - que compareceu em excelente número. O Bahia foi amplamente superior.na segunda etapa. Anderson Talisca foi o nome do jogo. Chamou as responsabilidade e deu muito trabalho à defesa do time carioca. Ousado, rápido e inteligente, dos pés dele saíram as melhores jogadas da partida. No fim do jogo, o esforço foi premiado. Com um belo gol de falta aos 46', Talisca acabou com as esperanças dos torcedores rubro-negros, que sairam do Moacirzão de "cabeça inchada" 

 Talisca foi o "cara" do jogo (Foto: Paulo Sérgio LANCE!PRESS)

Saiu satisfeito o time que teve mais domínio, posse de bola, uma enxurrada de finalizações e velocidade. Mesmo com desfalques, Marquinhos Santos (técnico do Bahia) demonstrou que seu trabalho tem valor.

Ney Franco precisará de muita paciência e vibração para tirar a equipe carioca da sonolência. Ah, e claro, precisará de jogadores.




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