UNIVERSITÁRIO (PER) 0 X 1 ATLÉTICO PARANAENSE
Buscando uma vitória fora de casa, o furacão foi até Lima,
no Peru, para fazer frente ao time do Universitário – proprietário do maior estádio da América do Sul, o Estádio monumental “U”, que tem capacidade para 80 mil pessoas. No primeiro tempo, o Atlético não se amedrontou e teve as rédeas da partida. No fim do primeiro tempo, recuou um pouco suas linhas – que até então pressionavam a saída de bola da equipe peruana. Na etapa final, o Atlético levou perigo em jogadas aéreas, tanto que, em cruzamento da direita, Ederson conclui à gol, e abre o marcador. Após o gol, o rubro negro paranaense só administrou a partida, e correu poucos riscos. O Universitário não se impôs e foi apático. Agora, o grupo 1 tem 3 times com 6 pontos (The Strongest, Vélez e Atlético) que brigam por duas vagas. Vencer fora de casa é ato importante para quem almeja se classificar para as oitavas, e o furacão venceu com autoridade e oportunismo, deixando as chances do Universitário (PER) praticamente extintas.
no Peru, para fazer frente ao time do Universitário – proprietário do maior estádio da América do Sul, o Estádio monumental “U”, que tem capacidade para 80 mil pessoas. No primeiro tempo, o Atlético não se amedrontou e teve as rédeas da partida. No fim do primeiro tempo, recuou um pouco suas linhas – que até então pressionavam a saída de bola da equipe peruana. Na etapa final, o Atlético levou perigo em jogadas aéreas, tanto que, em cruzamento da direita, Ederson conclui à gol, e abre o marcador. Após o gol, o rubro negro paranaense só administrou a partida, e correu poucos riscos. O Universitário não se impôs e foi apático. Agora, o grupo 1 tem 3 times com 6 pontos (The Strongest, Vélez e Atlético) que brigam por duas vagas. Vencer fora de casa é ato importante para quem almeja se classificar para as oitavas, e o furacão venceu com autoridade e oportunismo, deixando as chances do Universitário (PER) praticamente extintas.
THE STRONGEST (BOL) 2 X 0 VELEZ (ARG)
Os tigres Bolivianos venceram mais uma em seus domínios. Com
o reforço de 3.660 m de altitude, a equipe não teve dificuldades para vencer o
Velez (que não utilizou sua força máxima). Dois gols do incansável Pablo
Escobar. Agora, a equipe soma os mesmos 6 pontos do Velez e do Atlético Paranaense.
GREMIO 0 X 0 NEWELL’S OLD BOYS (ARG)
“Só Faltou a bola entrar”. Foi essa frase (dita pelos
jogadores Barcos e Pará nas entrevistas do pós jogo) que deu a tônica do jogo
na Arena do Grêmio. Com seu rendimento abaixo do esperado,no primeiro tempo, a
equipe do Grêmio não ofereceu perigo à meta do goleiro Guzman, e ainda se viu
em meio à troca de passes do time de Rosário. Entretanto, o Newell’s não foi
efetivo nas finalizações e se ateve à arriscar chutes de longe. Na segunda
etapa, o Grêmio voltou melhor. Mesmo sem trabalho de bola no meio campo,
conseguiu imprimir velocidade no ataque mas pecou nas finalizações. A força técnica
de seus jovens chama a atenção. Dudu, Wendell (já vendido ao Bayer Leverkusen),
Luan, Alan Ruiz, Ramiro (que hoje teve atuação apagada), são jogadores que
mostram potencial e poderão ajudar o time na campanha desta edição da Copa
Libertadores. O jogo continuou se “desenrolando” com um domínio do Grêmio – que
nos minutos finais exerceu pressão sobre o time do Newell’s e teve as melhores
oportunidades do jogo. Uma bola na trave no fim assustou a equipe argentina,
que saiu de Porto Alegre com o dever cumprido: Tirou 2 pontos de um adversário
direto, chegou à segunda posição do grupo – perdida após o empate do Atlético
Nacional (COL) - , e demonstrou futebol convincente. Para o Grêmio, o empate não
foi de todo ruim, se levarmos em consideração a qualidade do adversário e o
baixo rendimento do ”Imortal” no primeiro tempo da partida.
ATLÉTICO NACIONAL (COL) 2 x 2 NACIONAL (URU)
Contrariando às expectativas, o Atlético Nacional não teve
sucesso. Jogando em sua casa (Estádio Atanásio Girardot) todos esperavam uma
vitória tranquila sobre o seu homônimo do Uruguai, mas não aconteceu. O
Nacional (URU) - que é a equipe mais fraca do grupo, e tem como força principal
o fator casa – abriu 2x0, demonstrando as falhas defensivas da equipe
colombiana. Mesmo assim, a equipe do Atlético(COL) reagiu, e conseguiu empatar
o jogo. O resultado deixa a equipe com 4 pontos no “grupo da morte”. Fato curioso:
O Atlético (COL) teve seu jogador, Bernal, que envolvido em uma dura dividida, foi
expulso com 27 segundos de jogo.
Grupo este que tem se mostrado da morte apenas para os
mortais. O “Imortal” Grêmio segue sem arranhões.
Em rodada complicada, o Atlético Paranaense foi o único dos brasileiros a vencer seu confronto. Flamengo, Grêmio e Atlético (MG) empataram e Botafogo e Cruzeiro perderam. Mesmo tecnicamente superiores, os times brasileiros ainda não se adaptaram totalmente à competição internacional. Na verdade à veem como ela não é. Catimbada, malandreada... em alguns jogos, sim. Mas, NÃO EM TODOS. Arbitragens condescendentes e fracas, campos e estádios ruins, racismo, pressão da torcida. Convivemos com todos esses fatores aqui, na "TERRA DE SANTA CRUZ". Alguns jogadores, como Edilson do Bota e Amaral do Fla, assimilaram a frase, popularmente consagrada, que afirma que a Libertadores é guerra, e ainda não entenderam o principal: Pra ganhar a Liberta é necessário maturidade, malandragem, e, principalmente, bola!
Abraços! Até a próxima rodada!



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